No último domingo do mês de janeiro é comemorado o Dia Mundial de Luta Contra a Hanseníase, data que encerra a campanha Janeiro Roxo, que durante todo o mês chamou a atenção para a prevenção da doença. O Dia Mundial também é um alerta para o combate à discriminação dos portadores da hanseníase que é contagiosa, mas tem cura.

Quanto antes a pessoa iniciar o tratamento, menores são as chances de surgirem incapacidades físicas.  A hanseníase deixa de ser transmitida poucos dias após o início do tratamento e por isso também a importância de buscar ajuda médica o mais rápido possível.

A dermatologista é o profissional indicado para diagnosticar a tratar a hanseníase.  Confira os principais sintomas:

• Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas, em qualquer parte do corpo, com perda ou alteração de sensibilidade térmica (ao calor e ao frio), tátil (ao tato) e à dor, que podem estar principalmente nas extremidades das mãos e dos pés, na face, nas orelhas, no tronco, nas nádegas e nas pernas.

• Áreas com diminuição dos pelos e do suor.

• Dor e sensação de choque, formigamento, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e das pernas.

• Inchaço de mãos e pés.

• Diminuição sensibilidade e/ou da força muscular da face, mãos e pés, devido à inflamação de nervos, que nesses casos podem estar engrossados e doloridos.


• Úlceras de pernas e pés.

• Caroços (nódulos) no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos.

• Febre, edemas e dor nas juntas.

• Entupimento, sangramento, ferida e ressecamento do nariz.


• Ressecamento nos olhos.

Fonte: Ministério da Saúde

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Dra. Solange Emanuelle Volpato
Dermatologia | CRM/SC 15086 | RQE 16474

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