O principal fator de risco para desencadear o câncer de pele é a exposição, sem proteção àradiação ultravioleta do sol.  Os danos são cumulativos, e na maioria das vezes a doença é adquirida ao longo da vida.

Trabalhadores que atuam ao ar livre, como os da construção civil, agricultores, pescadores, guardas de trânsito, entre outros, apresentam maior risco de câncer de pele não melanoma.

Mas há outros fatores que também exigem risco e muita atenção:

– Cor da pele: pessoas de pele clara e que se queimam com facilidade têm maior risco de desenvolver a doença.

– Hereditariedade: a maior parte das mutações que levam ao câncer são adquiridas ao longo da vida, e não herdadas. Porém, familiares de pacientes diagnosticados com melanoma têm risco mais alto e devem fazer exames preventivos com maior regularidade.

– Idade: os efeitos da radiação são cumulativos, por isso, quanto maior idade, maior a tendência a ter lesões cancerosas.

– Bronzeamento artificial: as câmaras de bronzeamento artificial também fornecem radiação UV e seu uso pode levar ao melanoma. Os equipamentos são proibidos no Brasil.

– Radioterapia: alguns pacientes que fizeram radioterapia para tratar outros tipos de câncer podem ser mais propensos ao câncer de pele, especialmente se isso ocorreu na infância.

– Histórico: quem já teve câncer de pele tem probabilidade alta de apresentar novas lesões, por isso os cuidados devem ser tomados pelo resto da vida.

– Uso de imunossupressores: drogas que evitam a rejeição de órgãos transplantados podem elevar o risco desse tipo de câncer.

– Doenças de pele: alguns pacientes com psoríase ou xeroderma pigmentosa (uma doença genética rara) podem ter risco aumentado.

– Crianças: se o câncer de pele é cumulativo, quanto mais e melhor cuidados da proteção das crianças na exposição ao sol, mais distanciamos elas, na idade adulta, de terem câncer de pele. Horário, protetor solar, chapéus, óculos  e roupas adequadas devem fazer parte do kit verão para que os pequenos possam aproveitar o melhor da praia e da piscina nesse verão.

“A melhor indicação é incluir consultas dermatológicas na rotina de cuidados da saúde. As manchas aparecem muitas vezes sem que o paciente perceba e quando ele se dá conta, podemos ter algum problema mais sério para tratar”, informa a dermatologista em Florianópolis, Solange Emanuelle. 

Dra. Solange Emanuelle Volpato
Dermatologia | CRM/SC 15086 | RQE 16474

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