No último domingo do mês de janeiro é realizado o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase com o objetivo de chamar a atenção da sociedade e das autoridades de saúde sobre a importância da prevenção e o tratamento adequado da doença.

Como citamos no início do mês sobre a campanha Janeiro Roxo, a hanseníase é conhecida vulgarmente como lepra. É uma doença infecciosa, contagiosa, causada por um bacilo Mycobacterium leprae, e que afeta os nervos e a pele, mas pode afetar também os olhos e eventualmente outros órgãos.

A transmissão ocorre por meio de contato próximo e contínuo com o paciente não tratado através de gotículas que saem do nariz, ou através da saliva do paciente. Embora tenha cura, a doença pode causar incapacidades físicas se o diagnóstico for tardio ou se o tratamento for inadequado. 

A dermatologista é a médica indicada para avaliação clínica do paciente, que inclue aplicação de testes de sensibilidade, palpação de nervos, avaliação da força motora, entre outros. Se a dermatologista desconfiar de alguma mancha ou caroço no corpo do paciente, poderá fazer uma biópsia da área ou pedir um exame laboratorial para medir a quantidade de bacilos.

A orientação da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) é que as pessoas procurem uma Unidade Básica de Saúde assim que perceberem o aparecimento de manchas, de qualquer cor, em qualquer parte do corpo, principalmente se a área apresentar diminuição de sensibilidade ao calor e ao toque, e também quando for diagnosticado algum caso de Hanseníase na família. Após iniciado o tratamento correto, o paciente para de transmitir a doença imediatamente.

Fonte: Ministério da Saúde

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Dra. Solange Emanuelle Volpato Steckert
Dermatologia | CRM/SC 15086 | RQE 16474

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