A rosácea é uma inflamação crônica da pele, frequentemente no rosto e que deixa a região avermelhada. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a doença ocorre em 1,5% a 10% das populações estudadas, principalmente em mulheres entre 30 e 50 anos de idade e de pele clara. Embora mais comum no sexo feminino, o problema também afeta muitos homens e, neles, o quadro geralmente é mais grave, evoluindo com rinofima (aumento gradual do nariz por espessamento e dilatação de folículos).

“A recomendação é que em caso de qualquer alteração na face um dermatologista seja consultado para confirmar o diagnóstico e recomendar o melhor tratamento para a doença que não tem cura, mas pode ser controlada e proporcionar uma vida normal ao paciente”, explica a dermatologista Solange Emanuelle Volpato Steckert.

A origem da rosácea ainda não é conhecida. Há uma predisposição mais comum em brancos e descendentes de europeus e os que têm histórico familiar. Também é sabido que há grande influência do estresse.

Os sintomas mais comuns são vermelhidão na face, pequenos vasos que se tornam visíveis no rosto, áreas ásperas no rosto, nariz mais alargado, irritação e inchaço.

O tratamento geralmente inicia com uso de medicamentos tópicos (sabonetes, cremes, entre outros) e orais. O laser ou a luz pulsada também podem ser recomendados, assim como cirurgia, radiofrequência e dermoabrasão, de acordo com o grau da doença.

Fonte: SBD

Dra. Solange Emanuelle Volpato Steckert
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