A sífilis é uma Doença Sexualmente Transmissível (DST), curável e exclusiva do ser humano, causada pela bactériaTreponema pallidum. Ela acomete adultos e recém-nascidos, tendo em vista que pode ser transmitida de mãe para o filho na gestação ou no parto. Essa doença tem cura e o tratamento pode ser feito na rede pública de saúde com a indicação da penicilina e outros medicamentos dependendo de indicação médica.

Por se tratar de uma DST, a forma de prevenção é o uso correto e regular da camisinha masculina e/ou feminina. O acompanhamento das gestantes e parceiros sexuais durante o pré-natal é outro fator importante para evitar a sífilis congênita.

Os sinais e sintomas da sífilis variam de acordo com cada estágio da doença. Veja:

Sífilis primária: Ferida, geralmente única, no local de entrada da bactéria (pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca, ou outros locais da pele), que aparece entre 10 a 90 dias após o contágio. Essa lesão é rica em bactérias. Normalmente não dói, não coça, não arde e não tem pus, podendo estar acompanhada de ínguas (caroços) na região afetada.

Sífilis secundária: Os sinais e sintomas aparecem entre seis semanas e seis meses do aparecimento e cicatrização da ferida inicial. Podem ocorrer manchas no corpo, que geralmente não coçam, incluindo palmas das mãos e plantas dos pés. Essas lesões são ricas em bactérias. Pode ocorrer febre, mal-estar, dor de cabeça e ínguas pelo corpo.

Sífilis latente: Não aparecem sinais ou sintomas. É dividida em sífilis latente recente (menos de dois anos de infecção) e sífilis latente tardia (mais de dois anos de infecção). A duração é variável, podendo ser interrompida pelo surgimento de sinais e sintomas da forma secundária ou terciária.

Sífilis terciária: Pode surgir de dois a 40 anos depois do início da infecção. Costuma apresentar sinais e sintomas, principalmente lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas, podendo levar à morte.

No dia Nacional de Combate à Sífilis, 20 de outubro, reforçamos a importância para a conscientização da prevenção. Use sempre camisinha e em caso de sintomas, procure um médico!

Fonte: Ministério da Saúde

Dra. Solange Emanuelle Volpato Steckert
Dermatologia | CRM/SC 15086 | RQE 16474

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