O Dia Mundial de Conscientização sobre o Albinismo (13 de junho) foi instituído em 2015 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para divulgar informação sobre o albinismo e para evitar a discriminação a essas pessoas, combatendo ao mesmo tempo, a sua perseguição e comercialização em diversos países.

O albinismo é uma anomalia pigmentar que promove alterações na cor da pele, pelos e olhos provocada por genes recessivos dos pais – ou seja, fatores genéticos. O albinismo não é uma doença, mas pode provocar problemas na visão e os albinos têm maior risco de câncer da pele.

Os pacientes albinos podem e devem levar uma vida normal, apenas precisam ter mais cuidados para evitar complicações. É necessário se proteger muito bem do sol com medidas fotoprotetoras (protetor solar, roupas que cubram áreas do corpo que ficam expostas aos raios solares, chapéu e óculos escuros com proteção contra os raios UVA e UVB, por exemplo). Também é importante manter uma rotina de consultas periódicas com um dermatologista e oftalmologista para garantir qualidade de vida.

No mundo, uma em cada 20 mil pessoas tem um tipo de albinismo, que pode afetar todas as raças, sendo observado também em diversos animais. Contudo, na África o albinismo é mais frequente e problemático. Dados da ONU mencionam que centenas de pessoas com albinismo, na sua maioria crianças, são atacadas, mutiladas ou mortas em pelo menos 25 países africanos.

Fonte: SBD – ONU

Foto: UNICEF Moçambique/ Sergio Fernandez

Dra. Solange Emanuelle Volpato Steckert
Dermatologia | CRM/SC 15086 | RQE 16474

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