O país do sol e mar também é o país do câncer de pele. São mais 176 mil novos casos por ano, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia. Os números vêm impulsionados principalmente pelo descuido com a prevenção. Essa falta de cuidado, associada ao alto índice de radiação solar no Brasil, colocou a doença na liderança dos casos de câncer correspondendo a pelo menos 33% dos diagnósticos do Brasil.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda o uso diário do protetor solar, não apenas na praia ou piscina, e mesmo com o tempo nublado. O produto, com fator de proteção de no mínimo 30, deve ser aplicado em todas as áreas expostas, como rosto, braços, mãos e nuca. E é importante reaplicar a cada 2 horas ou em intervalos menores em caso de suor excessivo. Encontrar o produto certo para cada tipo de pele também ajuda a manter a proteção. Chapéus, óculos escuros e roupas especiais são recomendados, principalmente para quem trabalha ao ar livre.

Incorporar o uso do fotoprotetor à rotina é importante para prevenir o câncer de pele e outros males provocados pela exposição solar como o envelhecimento e queimaduras. Estar atento a manchas, pintas e deformidades na pele também pode significar um diagnóstico precoce e um tratamento eficaz.

Há 4 anos, o mês de dezembro é dedicado à prevenção do câncer de pele com ações organizadas em todo o país por dermatologistas. Em 2018, a campanha nacional traz o tema “Se exponha, mas não se queime” para lembrar da importância do uso do protetor solar.